
Hoje, entre as 22 e as 24 horas terá lugar na galeria 3+1 um performance que promove o encontro de dois artistas: o escritor e cineasta Dado Amaral - que lança o seu primeiro livro, olho nu, recém-publicado no Rio de Janeiro - e El Andarillo, misterioso artista performático, cuja obra consiste numa única viagem contínua, que só terminará com a sua morte.
OLHO NU é o primeiro livro de Dado Amaral.
São poemas e textos em prosa escritos ao longo de sua carreira, mais dedicada à performance e à fala que à publicação. Entretanto Dado tem publicado desde o início dos anos 90 em diferentes meios, impressos e virtuais. O projeto do livro nasceu em 2002, quando o autor viajou do Rio de Janeiro (onde vive) a Fortaleza para apresentar seus poemas na Bienal do Livro do Ceará. Lá conheceu o poeta Lêdo Ivo, da Academia Brasileira de Letras, que elogiou seus textos e recomendou a publicação. Desde então vem amadurecendo o livro, selecionando os poemas, e trabalhando-os para a publicação.
O título olho nu traz muito do conceito do livro. As questões sensoriais, sobretudo da visão, perpassam a lírica da obra. Outro eixo do livro é a música, arte com a qual o autor trabalha há anos. Os poemas têm leveza musical, e por vezes a música é o tema dos textos.
“Ai que vontade de largar tudo/ virar música/ e sair por aí (...)”
Não por acaso, Dado foi integrante do Boato, importante coletivo de artistas (e depois grupo musical) que agitou o Rio na década de 90 com suas composições irreverentes e seus espetáculos performáticos. O artista plástico Cabelo também é egresso do Boato. O cantor Ney Matogrosso recentemente gravou uma canção do grupo, Jesus, parceria de Dado com seus colegas de banda.
O autor é cineasta, e entre seus trabalhos estão dois curtas sobre o Profeta Gentileza, personagem carioca que se tornou um mito brasileiro.
São poemas e textos em prosa escritos ao longo de sua carreira, mais dedicada à performance e à fala que à publicação. Entretanto Dado tem publicado desde o início dos anos 90 em diferentes meios, impressos e virtuais. O projeto do livro nasceu em 2002, quando o autor viajou do Rio de Janeiro (onde vive) a Fortaleza para apresentar seus poemas na Bienal do Livro do Ceará. Lá conheceu o poeta Lêdo Ivo, da Academia Brasileira de Letras, que elogiou seus textos e recomendou a publicação. Desde então vem amadurecendo o livro, selecionando os poemas, e trabalhando-os para a publicação.
O título olho nu traz muito do conceito do livro. As questões sensoriais, sobretudo da visão, perpassam a lírica da obra. Outro eixo do livro é a música, arte com a qual o autor trabalha há anos. Os poemas têm leveza musical, e por vezes a música é o tema dos textos.
“Ai que vontade de largar tudo/ virar música/ e sair por aí (...)”
Não por acaso, Dado foi integrante do Boato, importante coletivo de artistas (e depois grupo musical) que agitou o Rio na década de 90 com suas composições irreverentes e seus espetáculos performáticos. O artista plástico Cabelo também é egresso do Boato. O cantor Ney Matogrosso recentemente gravou uma canção do grupo, Jesus, parceria de Dado com seus colegas de banda.
O autor é cineasta, e entre seus trabalhos estão dois curtas sobre o Profeta Gentileza, personagem carioca que se tornou um mito brasileiro.
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